quarta-feira, fevereiro 06, 2008

Enfim, saiu a lista!

(cliquem para ver a matéria sobre a Fuvest. E, caso tenham curiosidade, procurem por mim na lista de convocados)

quinta-feira, janeiro 31, 2008

Tem gente que pula os trailers quando assiste filme em DVD ou ignora quando está no cinema. Eu, por outro lado, adoro ver trailer. Por causa deles, eu descobri que tenho um ótimo motivo para assistir o remake de "Os Indomáveis":



(Ah, sim, Christian Bale também é o Batman. Ou seja, são dois motivos para ver o novo filme do homem-morcego: Bale e Heath Ledger, em sua última aparição cinematográfica)

Também tenho bons motivos para assistir "August Rush - O Som do Coração":



(Filme com o Robin Williams já é um bom indício, porque ele costuma fazer boas escolhas: Jumanji, Patch Adams, Sociedade dos Poetas Mortos, Bom dia Vietnã, só para dar alguns exemplos. Para completar, é um filme que fala de música, com uma história de chorar. Obviamente, eu vou gostar!)

E, graças aos trailers, eu também descobri que algumas pessoas não têm limite:



(Não contente com a humilhação do Rocky Balboa, Stallone resolveu fazer Rambo V. Vergonha alheia. Se alguma coisa de Rambo o Stallone tivesse, nada de Botox ele usaria.)

quarta-feira, janeiro 30, 2008

Estou cheia de idéias para fazer posts. Todos os dias acontece pelo menos uma coisa que me faz pensar em escrever no blog. No entanto, a preguiça me impede.

No aniversário de São Paulo, eu pensei em contar aqui como eu comecei a gostar mais da cidade em que eu nasci e morei a vida toda. O feriado passou, mas acho o post ainda vale.

O fato é que eu sempre falei mal de São Paulo. Reclamava do trânsito, da falta de praia, da frieza e antipatia das pessoas. E sempre que viajava, para qualquer lugar que fosse, ficava com vontade de largar minha cidade natal e mudar para onde eu estava.

Até que, em novembro, como eu já contei aqui, fui para Florianópolis. Que é mesmo uma cidade linda, mas onde também falta muita coisa. Mas, mesmo assim, os nativos sentem o maior orgulho de Floripa. Um deles chegou a me dizer que era o melhor lugar do mundo e quando eu tentei argumentar dizendo que ele não conhecia o mundo inteiro para dizer isso, ele respondeu: "Não conheço o mundo inteiro, mas conheci muitos lugares e todas as vezes que eu saio de Floripa, fico feliz quando eu volto".

Foi assim que comecei a pensar o que eles viam de tão incrível em Floripa para gostar tanto da cidade. Não achei a resposta, talvez pelo pouco tempo que passei lá (impossível amar algo que a gente conhece superficialmente). Por outro lado, percebi que tenho muitos e muitos motivos para me orgulhar de São Paulo. Que, cá entre nós (e que ninguém de Florianópolis me leia), não tem praia, mas é muito melhor que a capital catarinense em diversos aspectos.

Paulista tem mania de reclamar. E eu me incluo nesse rol de reclamantes. Mas é uma bobagem a gente valorizar demais a parte ruim e deixar de lado as inúmeras vantagens que essa cidade doida tem. Talvez não sejamos os mais simpáticos, nem os mais organizados, mas não há vida cultural como a nossa. As novidades, sejam musicais, gastronômicas ou tecnológicas, sempre chegam aqui antes. Quer comprar um parafuso às 3h da manhã? Só em São Paulo. E tudo isso faz do paulista um povo muito interessante.

Enfim, talvez eu morasse em outro lugar. Mas eu, definitivamente, gosto de São Paulo.

quinta-feira, janeiro 24, 2008

Alguém mais notou que a lua está mais brilhantes ultimamente? Há umas semanas, quando ela ainda estava minguante, já notei que ela estava iluminando bastante a noite. Ontem, dia de lua cheia, também achei que o brilho estava mais forte do que eu costumava ver.

Será que é um fenômeno exclusivamente paulistano, onde acontece uma diminuição expressiva no número de carros (e consequentemente de fumaça poluente) durante o mês de janeiro? Ou é coisa da minha cabeça mesmo?

Ai, ai...

quarta-feira, janeiro 23, 2008

Existem dois tipos de pessoa que me tiram do sério. O primeiro são os burros. Existem burros dos mais variados estilos e todos me irritam. Mas isso é assunto para outros post.

Hoje eu quero falar do segundo tipo: os coitadinhos. Aquelas pobres vítimas da sociedade que nunca têm culpa de nada, que só sofrem (e jogam a responsabilidade para todos os lados, desde que não caia em cima deles, claro). E fazem drama. Muito drama. Sobre tudo. O inferno são os outros, afinal. Oh, dó!

Portanto, para não aumentar minha irritação, desabafarei meu recadinho para um dos exemplares de coitadinho que, infelizmente, marcam presença na minha vida:

- Ovelha, não sabe brincar, não desce pro play!

sexta-feira, janeiro 18, 2008

Se aquela musiquinha da propaganda da Oi, que diz "Quem ama, bloqueia", estiver certa, o pessoal da Tecnologia do ECP ama MUITO os funcionários do Clube. Os caras bloquearam tudo (não sei como ainda consigo acessar o Blogger e postar daqui).

Saudade do meu MSN. E do Flickr. E do Youtube.

sábado, janeiro 12, 2008

Antes ser ridículo do que ser infeliz.

"Nunca conheci quem tivesse levado porrada.
Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo.

E eu, tantas vezes reles, tantas vezes porco, tantas vezes vil,
Eu tantas vezes irrespondivelmente parasita,
Indesculpavelmente sujo,
Eu, que tantas vezes não tenho tido paciência para tomar banho,
Eu, que tantas vezes tenho sido ridículo, absurdo,
Que tenho enrolado os pés publicamente nos tapetes das etiquetas,
Que tenho sido grotesco, mesquinho, submisso e arrogante,
Que tenho sofrido enxovalhos e calado,
Que quando não tenho calado, tenho sido mais ridículo ainda;
Eu, que tenho sido cômico às criadas de hotel,
Eu, que tenho sentido o piscar de olhos dos moços de fretes,
Eu, que tenho feito vergonhas financeiras, pedido emprestado sem pagar,
Eu, que, quando a hora do soco surgiu, me tenho agachado
Para fora da possibilidade do soco;
Eu, que tenho sofrido a angústia das pequenas coisas ridículas,
Eu verifico que não tenho par nisto tudo neste mundo.

Toda a gente que eu conheço e que fala comigo
Nunca teve um ato ridículo, nunca sofreu enxovalho,
Nunca foi senão príncipe - todos eles príncipes - na vida...


Quem me dera ouvir de alguém a voz humana
Que confessasse não um pecado, mas uma infâmia;
Que contasse, não uma violência, mas uma cobardia!
Não, são todos o Ideal, se os oiço e me falam.
Quem há neste largo mundo que me confesse que uma vez foi vil?
Ó príncipes, meus irmãos,

Arre, estou farto de semideuses!
Onde é que há gente no mundo?

Então sou só eu que é vil e errôneo nesta terra?

Poderão as mulheres não os terem amado,
Podem ter sido traídos - mas ridículos nunca!
E eu, que tenho sido ridículo sem ter sido traído,
Como posso eu falar com os meus superiores sem titubear?
Eu, que venho sido vil, literalmente vil,
Vil no sentido mesquinho e infame da vileza."

Álvaro de Campos
Poema em linha reta

quarta-feira, janeiro 09, 2008



Tirinha do Liniers, que eu achei graças a uma dica do Marmota.

Toda a simplicidade desses quadrinhos expressam como eu estou me sentindo hoje, um dia depois do fim da segunda fase da Fuvest. Não sei se eu passei ou não, mas a vontade de comemorar independe disso.

Vale celebrar o fato de ter enfrentado esse desafio. Também foi muito bom voltar a estudar história e geografia, agora com uma visão completamente diferente (e muito mais crítica) de tudo. O processo Fodest valeu até pelo auto-conhecimento.

A lista só sai no dia 7 de fevereiro. Mas desde ontem, eu já estou em ritmo de comemoração.

segunda-feira, dezembro 31, 2007

E eu gostei de 2007. O Pan e tudo que apareceu na minha vida por causa dos Jogos (viagens ao Rio, revista especial, pessoas que eu conheci, competições que eu assisti, experiência profissional) já valeria por um ano inteiro.

Mas 2007 ainda me deu mais: me deu Floripa, festas incríveis (incluindo aí a minha comemoração de aniversário ligeiramente atrasada e a inesquecível balada do Playcenter), a tão esperada formatura no CCAA, alguns bate-e-volta para o Guarujá e para Santos, a primeira fase da Fuvest concluída com sucesso, além de emoções e sentimentos dos mais diversos.

E tenho certeza de que 2008 será melhor. Serei estudante da USP, investidora da Bolsa de Valores, cidadã européia, funcionária registrada em carteira (com todos aqueles ótimos direitos trabalhistas que eu sinto tanta saudade) e proprietária de um imóvel. E ainda vai rolar um curso de fotografia, o início do projeto do meu livro e, claro, algumas viagens (em janeiro, já vai rolar a primeira).

Então, que venha o ano novo!

A todos que passam por aqui um 2008 cheio de momentos felizes.

domingo, dezembro 30, 2007

Sexta-feira, em um semáforo na Rua Augusta, um pouquinho antes da Paulista:

Menino: Tia, qual a capital da França?
Eu: Paris.
Menino: Então compre uma balinha e seja feliz!

E eu comprei a bala, claro. Torcendo para que ele esteja certo.

quarta-feira, dezembro 26, 2007

Se tem algo que se repete todos os anos são os Grinchs, aquelas criaturas que odeiam o Natal, amaldiçoam o Papai Noel e vêm sempre com seu discursinho clichê de que é um absurdo e uma falsidade uma data fazer com que as pessoas fiquem boazinhas.

Ai, ai, bando de gente mal-amada.

Sinceramente, antes existir uma data em que as pessoas fiquem mais legais umas com as outras do que 365 dias de reclamações, mau-humor, discussões e caras emburradas.

Para os Grinchs, um texto do Drummond. Quem sabe no ano que vem, ele aprendem alguma coisa (porque vale dizer: se TUDO dá errado para você, está na hora de você mudar um pouco também, não?):

Alguém observou que cada vez mais o ano se compõe de 10 meses; imperfeitamente embora, o resto é Natal. É possível que, com o tempo, essa divisão se inverta: 10 meses de Natal e 2 meses de ano vulgarmente dito. E não parece absurdo imaginar que, pelo desenvolvimento da linha, e pela melhoria do homem, o ano inteiro se converta em Natal, abolindo-se a era civil, com suas obrigações enfadonhas ou malignas. Será bom.

Então nos amaremos e nos desejaremos felicidades ininterruptamente, de manhã à noite, de uma rua a outra, de continente a continente, de cortina de ferro à cortina de nylon — sem cortinas. Governo e oposição, neutros, super e subdesenvolvidos, marcianos, bichos, plantas entrarão em regime de fraternidade. Os objetos se impregnarão de espírito natalino, e veremos o desenho animado, reino da crueldade, transposto para o reino do amor: a máquina de lavar roupa abraçada ao flamboyant, núpcias da flauta e do ovo, a betoneira com o sagüi ou com o vestido de baile. E o supra-realismo, justificado espiritualmente, será uma chave para o mundo.

Completado o ciclo histórico, os bens serão repartidos por si mesmos entre nossos irmãos, isto é, com todos os viventes e elementos da terra, água, ar e alma. Não haverá mais cartas de cobrança, de descompostura nem de suicídio. O correio só transportará correspondência gentil, de preferência postais de Chagall, em que noivos e burrinhos circulam na atmosfera, pastando flores; toda pintura, inclusive o borrão, estará a serviço do entendimento afetuoso. A crítica de arte se dissolverá jovialmente, a menos que prefira tomar a forma de um sininho cristalino, a badalar sem erudição nem pretensão, celebrando o Advento.

A poesia escrita se identificará com o perfume das moitas antes do amanhecer, despojando-se do uso do som. Para que livros? perguntará um anjo e, sorrindo, mostrará a terra impressa com as tintas do sol e das galáxias, aberta à maneira de um livro.

A música permanecerá a mesma, tal qual Palestrina e Mozart a deixaram; equívocos e divertimentos musicais serão arquivados, sem humilhação para ninguém.

Com economia para os povos desaparecerão suavemente classes armadas e semi-armadas, repartições arrecadadoras, polícia e fiscais de toda espécie. Uma palavra será descoberta no dicionário: paz.

O trabalho deixará de ser imposição para constituir o sentido natural da vida, sob a jurisdição desses incansáveis trabalhadores, que são os lírios do campo. Salário de cada um: a alegria que tiver merecido. Nem juntas de conciliação nem tribunais de justiça, pois tudo estará conciliado na ordem do amor.

Todo mundo se rirá do dinheiro e das arcas que o guardavam, e que passarão a depósito de doces, para visitas. Haverá dois jardins para cada habitante, um exterior, outro interior, comunicando-se por um atalho invisível.

A morte não será procurada nem esquivada, e o homem compreenderá a existência da noite, como já compreendera a da manhã.

O mundo será administrado exclusivamente pelas crianças, e elas farão o que bem entenderem das restantes instituições caducas, a Universidade inclusive.

E será Natal para sempre.


Texto extraído do livro "Cadeira de Balanço", Livraria José Olympio Editora - Rio de Janeiro, 1972, pág. 52.

segunda-feira, dezembro 24, 2007

Entre os talentos que eu tenho, está o de comprar presentes criativos e ideais para os presenteados.

Mas entre os talentos que eu não tenho está o de embrulhar presentes. Que falta me faz um pouquinho de coordenação...

terça-feira, dezembro 18, 2007

Tá, eu sei, terminar as coisas é difícil.

Mas quantas despedidas mais farão Sandy e Junior? Deu, né?

sexta-feira, dezembro 14, 2007

Adivinha o nome de quem está na lista de aprovados para a 2ª fase da Fuvest???

Veja a lista completa clicando aqui.

:)

quarta-feira, dezembro 05, 2007

Eu recomendo!

Fandangos doce, sabor churro. Vem até com sachê de doce de leite. E o negócio tem gosto de churro mesmo!

Só acho que o nome foi um erro. Todo mundo associa Fandangos com coisa salgada. Eles podiam ter inventado outro nome para o produto novo (até porque lançaram um com sabor de chocolate).

Mesmo assim, vale experimentar.

domingo, dezembro 02, 2007

E hoje é o Brasil naquela corrente pra frente: Corinthians na segundona!

Só falta isso para o campeonato ser o mais perfeito dos últimos tempos: São Paulo campeão por antecipação, Lusa subindo e Timinho caindo.

UPDATE - E não é que deu certo?

Arerêêêê, o Neto vai narrar a série Bêêê!

sábado, dezembro 01, 2007

Parênteses para o post abaixo
Eu não ia falar do assunto aqui, mas ele ilustra tão bem...

(Semana passada, tomei um gigantesco fora. E por e-mail, veja só! Na hora, confesso, fiquei um tanto chateada. Nada ali era novidade para mim e achei todo o drama muito desnecessário, incluindo a resposta que ele quis dar, sem se importar se aquela era mesmo a dúvida que me enchia o saco. Mas no fim a resposta até serviu.

Que não dava mais, que não ia rolar, eu já sabia há tempos. Eu só quis muito fazer com que a histotinha terminasse de um jeito legal, com carinho, admiração, cartas bonitinhas, beijo e abraço de despedida. The end. Ao contrário do que ele pensa - mesmo depois de muito explicar que EU não sou assim - não faço as coisas em busca de recompensas ou resultados. Não faço questão de vencer, ou de ter razão. Muito menos me amarro a possibilidades. Priorizo o presente, o processo. Faço as coisas porque EU quero, porque EU me sinto bem fazendo as pessoas que EU gosto se sentirem melhor...

Enfim, não faço parte do padrão. Pelo menos, não do padrão dele, talvez por isso apareçam comparações sem propósito. E, entre os meus muitos defeitos, um deles é odiar as comparações. Mas assim como ele não me entendeu, admito que também não entendi algumas atitudes dele. São mesmo jeitos diferentes de ver o mundo, o que traz coisas positivas e negativas para ambos.

Mas já "estiquei" demais, né? Depois da chateação pelo drama, recapitulei a história, lembrei de muita coisa e, no cômputo geral, estou feliz comigo mesma. No dia seguinte, já lembrei que tudo tem mesmo um lado bom. Minha conta de telefone diminuiu drasticamente, não terei grandes problemas para comprar talheres, posso usar sandálias rasteiras e de rolha e ver novela da Globo e, se um dia, minha filha Vitória quiser um cachorro, ela terá.

Amo ainda. Amarei sempre. E amor de verdade não pede nada em troca.)

quinta-feira, novembro 29, 2007

Joojoo, my wild honey pie,

no meio das muitas coisas que temos em comum, uma delas é Grey's Anatomy. E eu acho que descobri porque gostamos tanto desse seriado: é porque os personagens estão muito perto do que a gente vê por aí, nesse mundão doido.

Ainda não consegui me identificar. Nem identificar você. Às vezes, me acho Izzie. Outros dias, estou mais para O'Malley. Já me senti muito parecida com a Addison (que confessou em um episódio, que já pintou o cabelo de loiro em um momento de crise existencial) e até já quis ser um pouco Cristina Yang.

Mas uma coisa eu tenho a mais absoluta certeza: não somos Meredith.

Não é engraçado que a gente goste tanto de um seriado, mas deteste a personagem principal, que dá nome a ele? Mas eu também sei o motivo disso: a Meredith retrata a maioria, o padrão vigente. É aquela pessoa que tem quase tudo: a carreira que escolheu, uma casa legal, amigos incríveis que a apóiam sempre que ela precisa, o namorado dos sonhos completamente apaixonado por ela. Mas a Meredith quase se afogou na banheira. Não consegue ser feliz.

Sabe onde está o problema de todas as Merediths do mundo? No foco. O padrão hoje é focar no objetivo. Todo mundo quer resultado. Mas, como você já me explicou inúmeras vezes, o resultado é randômico. O fim independe dos meios. Faça o que fizer, bom ou ruim, nunca se tem a certeza de nada (está aí o Renan Calheiros que não nos deixa mentir).

Eu acho que sei onde está a resposta: as pessoas esquecem de valorizar o processo. O bom é fazer sempre o seu melhor. Não minta, não engane, não traia, não magoe. Seja você sempre, aja de acordo com o que você acredita. Se o fim não for como a gente espera, ainda será possível olhar para trás, sem medo. Contar a sua história sem vergonha.

Em uma corrida de 100m, o que importa é a vitória. É chegar na frente dos outros. Vencer. Mas a vida é uma maratona. O importante é terminar a prova, melhorar o seu tempo e superar o seu desafio pessoal. Xiiiii, começou a pieguice.

Enfim, eu errei de monte nessa vida, mas olho pro passado e sinto até um certo orgulho de mim mesma. Acho que é o seu caso também. A gente é feliz (e provoca inveja alheia) e vamos é continuar nos divertindo com a estrada, enquanto a praia não chega, sem fazer cara feia para o pedágio, nem para o trânsito. E se quando a gente desembarcar, estiver chovendo, vai ser chato, mas a viagem já valeu (abusei das metáforas, né?).

Love you, Joojoo.

P.S.: Falei, falei, falei e acho que ainda não disse tudo que eu quero. Queria citar Platão, Patch Adams, Khaled Hosseini, Amélie Poulain e até Harry Potter. Mas deixa pro próximo post.

terça-feira, novembro 27, 2007

Amazing people (ou "o que faz do ECP um lugar divertido") - parte 3:

Clique aqui e veja os fanfarrões.

A foto não é muito recente, mas eu só queria um motivo para confessar uma coisa: Marcelo Masili faz falta.

Pronto, falei!

segunda-feira, novembro 26, 2007

Sobre a Fuvest, só volto a falar no dia 14, que é quando sai o resultado oficial. Mas já posso adiantar eu acertei todas em inglês e, das 16 perguntas de português, acertei 15.

Também fui bem em história, mas podia ter ido melhor em geografia. E ficou comprovada a minha falta de talento matemático.

Continuem torcendo!