Tudo começou com esse inocente conto de fadas:
Era uma vez um rapaz que pediu uma linda garota em casamento:
- Você quer se casar comigo?
Ela respondeu:
- NÃO!
E o rapaz viveu feliz para sempre, foi pescar, jogou futebol, conheceu muitas outras garotas, visitou muitos lugares, sempre estava sorrindo e de bom humor, nunca lhe faltava grana, bebia cerveja com os amigos sempre que estava com vontade e ninguém mandava nele. A moça teve celulite, varizes, os peitos caíram e ficou sozinha.
FIM.
Até que as mulheres resolveram se vingar e escreveram outro final:
e a mulher, foi aos salões todos os dias, não teve rugas, não engordou por conta dos filhos, não envelheceu de aparência, não tinha dores nas costas e vive feliz, com seus "ficantes" grandes empresários que, por sinal, se broxarem, ela troca.
Depois fizeram uma outra versão:
Era uma vez uma linda garota que pediu um lindo garoto em casamento:
- Você quer se casar comigo?
Ele respondeu:
- NÃO!
E a garota viveu feliz para sempre, foi dançar, jogou pólo, nadou em todos os Sescs, conheceu muitas outros garotos, visitou muitos lugares, sempre estava sorrindo e de bom humor, nunca lhe faltava grana, bebia licor e vinho com os amigos sempre que estava com vontade e ninguém mandava nela. O moço (me dá um sapato!) ficou barrigudo, careca, loser, nada mais subia e sozinho com sua lata de cerva.
Nesse momento, os toscos também quiseram contar a sua historinha:
Era uma vez um legionário que pediu uma puta paga em casamento:
- Você quer se casar comigo?
Ela respondeu:
- Vai c fudê!
E o legionário viveu feliz para sempre, foi pescar, jogou truco, conheceu muitas outras putas, mijava de porta aberta, deixava pentelho no sabonete, ficava meses sem fazer a barba, sempre estava sorrindo e de bom humor, nunca lhe faltava grana, bebia cerveja com os amigos e ninguém mandava nele. A moça teve celulite, ficou gorda, comia torresmo enquanto assistia Domingo Legal, morava c/ sua mãe 1 véia caquética e mais 12 gatos, teve, varizes, os peitos caíram, e trabalhava como funcionária pública no SUS.
FIM.
E a criatividade sem fim deu espaço a mais uma singela comédia romântica:
Era uma vez um besta que pediu uma encalhada em casamento:
- Você quer se casar comigo?
Ela respondeu:
- Lógico!
Eles se casaram, e tiveram 3 catarentinhos. Os filhos, 1 está na febem, o outro foi morto por 1 bala perdida e o caçula trabalha como assistente de auxiliar de pedreiro para sustentar seus 5 filhos. Ele ganhou 1 sogra FDP, ficou careca, se endividou p/ resto da vida (casa, escola dos filhos, carro, etc). Ela os peitos caíram da msm forma também ficou véia e gorda.
E os bestas viveram num puta ranca rabo para sempre.
FIM
Alguém se atreve a escrever mais uma?
quarta-feira, fevereiro 28, 2007
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terça-feira, fevereiro 27, 2007
Dizem que, no Brasil, o ano só começa depois do carnaval. O meu ano começou em janeiro mesmo e o carnaval foi apenas um feriado como outro qualquer. Mas eu sei bem o que começou depois do carnaval: o trânsito insuportável de São Paulo.
Muito mais tempo para ir de casa ao trabalho e mais um tanto para achar uma vaga na rua para estacionar. Sim, sim, demoro um pouco mais para fazer a baliza também mas isso não vem ao caso, não é?
E voltando a falar daqueles que resmungam que o ano só começa depois do carnaval e enchem a paciência quando comentam que tem muito feriado no Brasil, são um bando de gente chata. Eu agradeço todos os feriados do calendário. Aliás, eu perguntei quando é o próximo em um post aí pra baixo e ninguém respondeu. Será que tem algum em março?
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segunda-feira, fevereiro 26, 2007
Fiquei até às duas da matina para assistir o Oscar. Tem coisas na vida que a gente gosta e não sabe explicar o porquê, né? Eu adoro ver o Oscar, mas quase nunca concordo com as escolhas. Se bem que nesse ano eu nem posso falar nada, já que não assisti o filme que venceu. Mas mesmo sem ver, sei que não é melhor do que "Pequena Miss Sunshine". Deixe estar. Um dia, as comédias vencerão!
Eu teria dado o prêmio de melhor ator para o Will Smith. Se bem que também fiquei com dó do Peter O´Tolle, que está com cara de quem não vai durar muito tempo e ficou sem o prêmio. E a melhor atriz tinha de ser a Meryl Streep, não importa quantos prêmios ela já ganhou.
O prêmio de Melhor Canção é melhor nem comentar. Eu daria para "Listen", de Dreamgirls, mas virou mais uma cena para puxarem o saco do Al Gore. Baita coisa chata! Aliás, exageraram nas homenagens esse ano. Outra chatice.
Mas, como nem tudo são espinhos, valeu pelos prêmios dos coadjuvantes: a Jennifer Hudson, de Dreamgirls, e o velhinho que eu não sei o nome, de "Pequena Miss Sunshine". Também valeu pelo Jack Black chamando o Leonardo di Caprio para um Ultimate Fighting. E, claaaaroooo, foi muito legal ver os vestidos e todo o glamour da festa. Só podia terminar um pouco mais cedo. Sono sem fim hoje.
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sexta-feira, fevereiro 23, 2007
E foi um ótimo carnaval. Fui pro sítio, fui pra praia e fiquei em São Paulo, tudo no mesmo feriado. Nada como ter uma habilitação renovada e poder pegar estrada. Eu não gosto de dirigir, mas adoro viajar. E nisso tá valendo viagens de carro, de ônibus, de avião, de trem. Qualquer uma delas me faz bem. Deve ser a minha birra com São Paulo, que aparece de tempos em tempos, sempre acompanhada por uma vontade de sair daqui e não voltar mais. Ou voltar de vez em quando, só para fazer uma visita aos parentes e amigos.
Quando é o próximo feriado mesmo?
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terça-feira, fevereiro 13, 2007
"Faça o que tem que fazer e deixe os outros discutirem se é certo ou não"
Calvin (é, ele mesmo, aquele personagem dos quadrinhos dono do Haroldo)
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sexta-feira, fevereiro 02, 2007
Quem diz que saudade é um sentimento bom, é porque nunca sentiu...
Dói, viu?
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sexta-feira, janeiro 19, 2007
Hoje, eu descobri uma pérola da música brasileira. Boa, Falcão!
No Cume
Falcão
No alto daquele cume
Plantei uma roseira
O vento no cume bate
A rosa no cume cheira
Quando vem a chuva fina
Salpicos no cume caem
Formigas no cume entram
Abelhas do cume saem
Quando cai a chuva grossa
A água do cume desce
O barro do cume escorre
o mato no cume cresce
Então quando cessa a chuva
No cume volta a alegria
Pois torna a brilhar de novo
O sol que no cume ardia
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terça-feira, janeiro 16, 2007
Eu queria que os caras que defenderam tanto a candidatura Geraldo Alckmim fizessem seus comentários sobre a obra do Metrô e a nova cratera de São Paulo. Nada contra o esquema PPP, desde que ele seja feito direito. Não simplesmente para que a obra saia logo, nem com objetivos meramente financeiros.
Mas eu bem queria que alguém fosse entrevistar o picolé de chuchu. Onde será que ele está?
Não, o Lula não é o melhor presidente que o Brasil pode ter. Mas o Alckmim também não seria, né?
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quinta-feira, janeiro 11, 2007
Uma frase simples, mas que hoje diz muito:
A inveja é uma grande merda!
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domingo, janeiro 07, 2007
Você gosta de filmes sem final? Então não perca "Flores Partidas", que eu assisti ontem e odiei. Sim, o filme tem o Bill Murray que é bem engraçado e tudo mais, mas não é possível que alguém faça um filme com um mistério que não se resolve no fim.
Eu deveria ter desconfiado que o filme era uma porcaria quando li na caixinha a frase: Mas haverá uma resposta há (sic) grande pergunta?
Para compensar, vou agora assistir "Simplesmente Amor", que eu já vi alguma vezes e comprei o DVD, porque para mim continua sendo a comédia romântica mais perfeita de todas.
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domingo, dezembro 31, 2006
Não vou fazer retrospectiva, mas posso dizer que 2006 foi um ótimo ano para mim. E foi o ano em que eu definitivamente aprendi que tudo depende das atitudes que a gente tem na vida. Se eu tivesse sido pessimista e ignorasse aquele quizz do Terra, talvez não tivesse visto o melhor show da minha vida. Se eu não fosse atrás dos meus direitos, não teria ganho o dinheiro que ganhei na ação contra o Credicard. Se eu não confiasse mais na humanidade, talvez não tivesse conhecido o monte de pessoas incríveis que eu conheci nesse ano.
Nada de simpatia ou superstição. O que faz a vida ser melhor é a gente mesmo. Que venha 2007!
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sexta-feira, dezembro 29, 2006
Só quero deixar esse post para recomendar dois filmes que assisti recentemente no cinema: "Pequena Miss Sunshine" (que, aliás, vi duas vezes) é uma homenagem aos perdedores do mundo, os brinquedos desajustados... gente como a gente, sabe? Eu facilmente podia fazer parte daquele família: uma mãe maluca e fumante, um pai especializado em auto-ajuda mas que não consegue se auto-ajudar, um tio gay suicida, um avô viciado em cocaína (mas altamente divertido), um filho revoltado que não fala e uma filha que quer ser miss. Sim, eles são losers, a vida deles é patética, mas será que não é mais divertido assim?
E ontem eu fui assistir "O amor não tira férias", que é água com açúcar sim, mas eu adorei (sim, sim, ando meio emotiva mesmo e não é TPM). Uma dica: se puder assistir acompanhado(a), é melhor. Ah, e se quando voltar pra casa sentir vontade de ouvir a música que a Cameron Diaz canta as berros e totalmente sozinha, pode pesquisar no Emule: Mr. Brightside, do The Killers.
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terça-feira, dezembro 12, 2006
"Se o homem soubesse o valor que tem a mulher andaria de quatro à sua procura"
Se você é mulher, colocou a vírgula depois de "mulher".
Mas, se você for homem, certamente a colocou depois de "tem".
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sábado, dezembro 09, 2006
Perdi minha carteira de novo em plena época de Natal. Ou melhor, da outra vez, eu fui roubada. Agora, sinceramente, não sei o que aconteceu, só sei que a carteira sumiu. Deve ter caído no mesmo buraco negro onde caiu meu carregador de celular (por isso, se você está tentando me ligar e não consegue, desista, porque eu não carrego o celular há tempos).
Fora a encheção de saco de ter de ligar para operadora de cartão (inclusive a da C&A e a da Renner, porque eu sou proletária e gosto de pagar tudo em 5 vezes sem juros) e pedir o cancelamento de tudo, ainda vou ficar um bom tempo sem poder fazer minhas comprinhas. Bom, talvez isso não seja tão ruim assim já que vou economizar na marra.
São Longuinho bem podia atender minhas preces e fazer essa carteira aparecer. Eu já cancelei tudo mesmo, mas tinha tanta coisa lá dentro que eu gostava. E se der, São Longuinho, traz o carregador de celular também.
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segunda-feira, novembro 27, 2006
Eu, que agora sou escritora (ahahahahahahaa), tenho escrito pouco. Sim, sim, meu trabalho é escrever, mas não é disso que eu estou falando. Queria me dedicar mais ao blog. Quero fazer outro livro (porque eu nasci para dar autógrafo!). Mas definitivamente escrever não é só prazer para mim. Eu também sofro um pouco quando decido escrever algo. Até mesmo aqui, essas linhas sem pretensão nenhuma. Deve ser algo ligado a minha insegurança natural.
Mas não deixem de me visitar. Eu sempre volto. Pode demorar, mas eu volto!
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sexta-feira, novembro 10, 2006
segunda-feira, outubro 23, 2006
Se você faz o tipo politicamente correto, melhor não ler esse post.
Mas se você gosta de rir da desgraça alheia (ou talvez da sua desgraça também), vá em frente.
Eu e meus colegas de trabalho somos pobres. Nascemos pobres e a pobreza não é algo que saia fácil do nosso ser. O problema é que trabalhamos ao lado do shopping mais chique de São Paulo, que é uma das diversões na hora do almoço.
Já aconteceram coisas bizarras nesse shopping porque, por mais que a gente tente disfarçar (na verdade, a gente não tenta, mas vamos fingir) tá na cara que somos pobres. Por isso, já fomos apontados por um grupo de ricos (algo do tipo: viu? isso é gente pobre!), perseguidos por seguranças, entre outras coisas. Isso porque a gente não sai muito do circuito C&A-Lojas Americanas-Mc Donald´s. No máximo, a gente dá uma passadinha na Saraiva.
Mas o que importa é que a gente já se acostumou e agora é a gente que ri dos ricos e, é claro, dos pobres que acham que são ricos. Porque tem gente que ainda acha que pode esconder. Desistam, amigos! Uma hora ou outra, a pobreza vai aparecer.
Hoje mesmo, andando no Iguatemi encontramos um cara vestindo calça social, camisa e gravata. Mas era pobre. E outro usando short, camiseta e tênis, mas claramente era rico. Porque a diferença não está na roupa. É todo um conjunto.
Vamos analisar outro caso: Jairzinho e Simony. A trajetória dos dois é a mesma, eles começaram juntos no Balão Mágico, formaram até uma dupla musical. Mas quando se separaram, a diferença apareceu. Simony é pobre. E hoje ganha a vida frequentando programas femininos vespertinos e contando sobre seus filhos: um com um presidiário, outro com um jogador de futebol e o terceiro eu não sei com quem é, mas deve ser com um pagodeiro, só pra completar o quadro pobre.
Já Jairzinho já é um cara rico desde antes de nascer, porque seu pai já era famoso. E veja o destino do cara depois da "parceria" com a Simony: é um cantor e produtor musical reconhecido pela qualidade do seu trabalho e ainda é casado com a Tania Khalil.
Pode comprar suas roupas na Daslu e depois ir almoçar no Fasano. Se você for pobre, as pessoas vão saber.
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segunda-feira, outubro 16, 2006
Estou me sentindo estranha. Um tanto quanto angustiada, querendo falar mas não sei ao certo o que ou para quem. Quem vai entender? Quem não vai me achar uma chata de galochas que só fala sobre si mesma? E o mais importante: será que alguém vai ter a resposta que eu preciso? Ou essa resposta eu tenho de achar sozinha?
Estou perdida mesmo. Não sei que caminho tomar. E essa sensação não é boa.
Postado por Ariett às 5:01 PM 0 comentários
domingo, outubro 08, 2006
Eu tenho VA* dos dois candidatos à presidência da República. Dá angústia assistir ao debate. É um jogando a culpa no outro sendo que os dois partidos já estiveram no governo e não fizeram PORRA nenhuma. Uma tristeza!
* Vergonha Alheia
Postado por Ariett às 10:55 PM 0 comentários
quinta-feira, outubro 05, 2006
Recomendo muitíssimo a leitura da revista Época dessa semana. Em especial da matéria de capa "Fazer o bem faz bem".
É, sem dúvida, a melhor revista semanal do Brasil. Não deixem de comprar e ler porque vale a pena.
Postado por Ariett às 11:29 AM 0 comentários