quinta-feira, julho 31, 2008

Então, eu tinha um telefone celular rosa e estava bem feliz. Mas eu perdi, ou me furtaram, até hoje eu não sei. Só sei que eu deixei de tê-lo. Comprei um chip novo e passei a usar um aparelho beeeeeem velhinho. Que, um dia, me cansou.

Resolvi comprar outro antes de viajar. Liguei na Claro e eles me deram um bônus de R$ 65 para a compra de um novo aparelho, válido por 10 dias corridos (quando é crédito para o cliente, a conta nunca é por dias úteis, perceberam?). Fui até a Loja Claro no sábado e resolvi comprar um aparelho baratinho, já que eu tenho consciência da minha desorganização e falta de cuidado. Nem usei o tal bônus.

Como já era previsto, minha desorganização e falta de cuidado fez com que meu aparelho comprado no sábado tomasse um belíssimo banho de mar no domingo. E, claro, parou de funcionar. Como eu gastei pouco, não me importei muito. Podia comprar outro no mesmo valor ou até usar o tal bônus, que valia por 10 dias corridos.

Eis que a verdade aparece, porque a Claro é a única empresa em que o cliente NUNCA tem razão.

Como eu já havia comprado um aparelho com desconto, preciso esperar a carência de 9 meses para ter outro desconto, o que significa que os aparelhos passam a ter "preço cheio". E mais: o meu bônus não existe mais! Afinal, eles já me fidelizaram, eu já assinei o contrato por 9 longos meses. Os 10 dias de validade do tal bônus não passaram, mas a atendente não me avisou desse pequeno detalhe: o bônus perdia a validade assim que eu assinasse o contrato, eu utilizando ou não. Eu deveria saber. Afinal, segundo o mocinho que me atendeu na loja era óbvio: para que a Claro me daria benefícios agora, que eu não tenho como fugir deles, não é mesmo?

Enfim, esse desabafo é só para dizer aos leitores que, quando precisarem de uma operadora, não escolham a Claro.

sexta-feira, julho 25, 2008

Foi só o Vende na Farmácia me linkar, que choveu visita por aqui hoje.

Mas o povo não comenta mesmo, né?

Eu sei que o blog tá um tanto empoeirado, mas a dona é gente boa!

domingo, julho 20, 2008

Tem coisas que a gente não explica mesmo.

Minha afilhada é uma criança alegre até demais. Ri de tudo, está sempre fazendo uma piada. Também parece a Felícia, porque esmaga as pessoas com abraços.

Complementando essa personalidade tão pitoresca, ontem, no nosso passeio ao Zoológico, ela ficou emburrada, dizendo que queria ir para casa, só porque achou que o tênis dela não estava combinando com a roupa.

E eu me pergunto: de onde será que vieram essas influências?

segunda-feira, julho 14, 2008

Escrever, para mim, não é um prazer. Mas é uma necessidade. Sinto falta de escrever aqui, mas já ando escrevendo tanto por aí... Entre outras coisas, estou fazendo uns frilas bem legais e produzindo a revista olímpica do ECP, que, claro, está ficando um LOOOOSHOOOO!

Quando as coisas acalmarem, eu volto.

segunda-feira, julho 07, 2008

"O Gânster" é, sem dúvida, um dos melhores filmes que eu vi nos últimos tempos. Além de adorar filmes baseados em fatos reais, Denzel Washington é o cara!

sexta-feira, julho 04, 2008

Outro dia, tomei uma multa ridícula porque meu carro estava estacionado na contra-mão. Eu sei que isso estraga toda a "estética" da rua, já que todos os carrinhos estão virados para um lado e o meu estava virado para o outro. Mas, na boa, isso não atrapalha EM NADA o trânsito, atrapalha?

Agora, existe alguma multa para os idiotas que andam em São Paulo ocupando as duas pistas e atravancando a vida dos outros? E para quem anda a 20 km/h nas vias que é permitido andar a 60 km/h? Isso sim é motivo para multar alguém.

Tá na hora de reformular toda essa lei de trânsito. Porque tem muito sóbrio que incomoda e faz muito mais cagada do que aqueles que tomaram uma cerveja.

segunda-feira, junho 30, 2008

Não há nada como o gosto da realização pessoal. Sabe aquele sentimento de conquistar algo, principalmente quando foi necessária uma grande dose de esforço, de envolvimento, de dedicação? Putz, é bom, viu?

Agradecimentos especiais a Joojoo, Ariana, Isa, Nathy e todas as pessoas que ajudaram MUITO durante todo esse processo. Porque, talvez, eu pudesse conseguir sozinha, mas ainda bem que eu não preciso. Ter amigos é uma grande vantagem. Mas só os tem que os merece.

E, para marcar essa nova fase, mudei tudo no Orkut: foto, descrição e até status (que, um dia, eu disse que nunca ia mudar, que ninguém tinha nada a ver com isso, mas eu descobri que mudar de opinião é bom e faz parte).

quarta-feira, junho 18, 2008

Sabe aquela música "Every time you go away/You take a piece of me with you", do Paul Young? Sim, ela já é bastante brega por si só. Imagine agora que ela foi regravada por Alexandre Pires. Digo mais: ele fez uma versão para o português. Posso piorar? O "every time you go away" do original virou "EVA MEU AMOR MEU BEM"!

Estava nas Lojas Americanas quando ouvi e achei que fosse um delírio musical. Mas não é.

quinta-feira, junho 12, 2008

Ai, ai... O amor é mesmo lindo!



Feliz dia para nós.

quarta-feira, junho 11, 2008

Preparação para o Dia dos Namorados

segunda-feira, junho 09, 2008

O Credicard está certo. Tem coisas que o dinheiro não compra. Um bom exemplo é ver a banda que a gente gosta ao vivo! Ontem eu fui no show do Ultraje (e de graça) e tive meu momento de felicidade que não tem nada no mundo que paga.

Para quem não foi, uma das letras do Ultraje que eu mais gosto.

Ah, se eu fosse homem...
Roger Moreira

Ah, se eu fosse homem
de ouvir meu coração e dar vazão, não à razão,
mas à vontade de mudar a situação
e me arriscar, me machucar mas mandar tudo para o ar
só pra ficar com uma mulher ou pra fazer o que eu quiser
abrir meu peito, é meu direito, se eu tivesse peito

Ah, se eu fosse homem...

Ah, se eu fosse homem
de aguentar que uma mulher é como um homem
e também pensa como um homem e quer sair com outros homens
e, apesar de todas as explicações antropológicas,
na prática não tem explicação para o tesão
e ai, meu chapa, cê só pode reclamar pro bispo

Ah, se eu fosse homem...

Ah, se eu fosse homem
de parar de me portar feito um rochedo
indestrutível e infalível, inabalável e imutável
previsível e impossível, um computador com músculos,
um chefe, um pai, um homem com H maiúsculo
eu seria o homem certo prá você

Ah, se eu fosse homem...

terça-feira, junho 03, 2008

Assisti o Homem de Ferro e achei bom. Chovendo no molhado, ratifico os comentários de que Robert Downey Jr. mandou muito bem. A história também é bem legal. Mas eu não sou muito ligada a máquinas (nem de carro eu gosto), então parte da graça que muita gente viu no filme, eu perdi.

Gosto mesmo é do Indiana (tomara que ninguém se atreva a colocar aquele fedelho, que é filho do Indiana no filme novo, para assumir o lugar do Harrison Ford). E o Wolverine segue tendo lugar cativo no meu coração.

sexta-feira, maio 30, 2008

Segue a íntegra da carta que o ator Wagner Moura escreveu sobre o programa "Pânico" e a televisão brasileira. Além de bom ator, altamente charmoso (e de ser o capitão Nascimento), o cara ainda é inteligente.

Eu ia fazer um post sobre a decadência do mundo "artístico", usando como gancho a nova capa da Playboy - que, adivinhem, é uma ex-BBB (você ainda lembra de alguma ex-BBB?)- mas o texto do cara diz tudo e mais um pouco.

"Quando estava saindo da cerimônia de entrega do prêmio APCA, há duas semanas em São Paulo, fui abordado por um rapaz meio abobalhado. Ele disse que me amava, chegou a me dar um beijo no rosto e pediu uma entrevista para seu programa de TV no interior. Mesmo estando com o táxi de porta aberta me esperando, achei que seria rude sair andando e negar a entrevista, que de alguma forma poderia ajudar o cara, sei lá, eu sou da época da gentileza, do muito obrigado e do por favor, acredito no ser humano e ainda sou canceriano e baiano, ou seja, um babaca total. Ele me perguntou uma ou duas bobagens, e eu respondi, quando, de repente, apareceu outro apresentador do programa com a mão melecada de gel, passou na minha cabeça e ficou olhando para a câmera rindo. Foi tão surreal que no começo eu não acreditei, depois fui percebendo que estava fazendo parte de um programa de TV, desses que sacaneiam as pessoas. Na hora eu pensei, como qualquer homem que sofre uma agressão, em enfiar a porrada no garoto, mas imediatamente entendi que era isso mesmo que ele queria, e aí bateu uma profunda tristeza com a condição humana, e tudo que consegui foi suspirar algo tipo "que coisa horrível" (o horror, o horror), virar as costas e entrar no carro. Mesmo assim fui perseguido por eles. Não satisfeito, o rapaz abriu a porta do táxi depois que eu entrei, eu tentei fechar de novo, e ele colocou a perna, uma coisa horrorosa, violenta mesmo. Tive vontade de dizer: cara, cê tá louco, me respeita, eu sou um pai de família! Mas fiquei quieto, tipo assalto, em que reagir é pior.

O táxi foi embora. No caminho, eu pensava no fundo do poço em que chegamos. Meu Deus, será que alguém realmente acha que jogar meleca nos outros é engraçado? Qual será o próximo passo? Tacar cocô nas pessoas? Atingir os incautos com pedaços de pau para o deleite sorridente do telespectador? Compartilho minha indignação porque sei que ela diz respeito a muitos; pessoas públicas ou anônimas, que não compactuam com esse circo de horrores que faz, por exemplo, com que uma emissora de TV passe o dia INTEIRO mostrando imagens da menina Isabella. Estamos nos bestializando, nos idiotizando. O que vai na cabeça de um sujeito que tem como profissão jogar meleca nos outros? É a espetacularização da babaquice. Amigos, a mediocridade é amiga da barbárie! E a coisa tá feia.

Digo isso com a consciência de quem nunca jogou o jogo bobo da celebridade. Não sou celebridade de nada, sou ator. Entendo que apareço na TV das pessoas e gosto quando alguém vem dizer que curte meu trabalho, assim como deve gostar o jornalista, o médico ou o carpinteiro que ouve um elogio. Gosto de ser conhecido pelo que faço, mas não suporto falta de educação. O preço da fama? Não engulo essa. Tive pai e mãe. Tinham pais esses paparazzi que mataram a princesa Diana? É jornalismo isso? Aliás, dá para ter respeito por um sujeito que fica escondido atrás de uma árvore para fotografar uma criança no parquinho? Dois deles perseguiram uma amiga atriz, grávida de oito meses, por dois quarteirões. Ela passou mal, e os caras continuaram fotografando. Perseguir uma grávida? Ah, mas tá reclamando de quê? Não é famoso? Então agüenta! O que que é isso, gente? Du Moscovis e Lázaro (Ramos) também já escreveram sobre o assunto, e eu acho que tem, sim, que haver alguma reação por parte dos que não estão a fim de alimentar essa palhaçada. Existe, sim, gente inteligente que não dá a mínima para as fofocas das revistas e as baixarias dos programas de TV. Existe, sim, gente que tem outros valores, como meus amigos do MHuD (Movimento Humanos Direitos), que estão preocupados é em combater o trabalho escravo, a prostituição infantil, a violência agrária, os grandes latifúndios, o aquecimento global e a corrupção. Fazer algo de útil com essa vida efêmera, sem nunca abrir mão do bom humor. Há, sim, gente que pensa diferente. E exigimos, no mínimo, não sermos melecados.

No dia seguinte, o rapaz do programa mandou um e-mail para o escritório que me agencia se desculpando por, segundo suas palavras, a "cagada" que havia feito. Isso naturalmente não o impediu de colocar a cagada no ar. Afinal de contas, vai dar mais audiência. E contra a audiência não há argumentos. Será?"

segunda-feira, maio 26, 2008

Devo ter algum problema com Fortaleza, criado em vidas passadas. Sempre que planejo ir pra lá, algo acontece e a viagem não dá certo.

E deve ser algum tipo de zica carioca. Porque é só Fortaleza sair de cena, que o Rio de Janeiro aparece, lindo, bem na minha frente.

terça-feira, maio 20, 2008

Vocês também não acham estranho quando uma pessoa reclama do "povo brasileiro"? Para começar, geralmente a pessoa que usa essa expressão é brasileiro. Ele não faz parte do povo? E a pessoa com quem ele está falando? E o que é o "povo brasileiro"? Será que é mesmo possível generalizar algo tão heterogêneo como a população desse país gigante?

Generalizar, qualquer que seja o assunto, já é uma grande idiotice. Não gosto quando as pessoas falam "por que as mulheres são assim?", como se todas tivessem o mesmo motivo para tomar determinadas atitudes e essas atitudes fossem sempre as mesmas. Também acho bobo quando falam que "homens são todos iguais" ou "patrões sempre agem assim" ou as generalizações que ouvimos desde que nos entendemos por gente.

Da próxima vez que alguém vier falar algo do "povo brasileiro", pedirei para que ele defina para mim. Duvide-o-dó!

sexta-feira, maio 16, 2008

De vez em quando, eu queria ter aquele poder do Ned, de "Pushing Daisies". É egoísmo, eu sei, porque para ressuscitar uma pessoa, precisa matar outra. Mas eu queria mesmo assim.

quarta-feira, maio 14, 2008

Clique aqui e saiba porque o Te dou um dado é leitura diária obrigatória.

segunda-feira, maio 12, 2008

Eu já passei por todo quadrado semiótico do amor e do ódio (que é mais psicológico do que linguístico - e eu explico mais para quem se interessar) com meu professor de Linguística. O amor aparece quando ele solta frases filosóficas. Só para dar uma idéia:

"Na vida, toda pessoa mundo precisa fazer algo que vá contra tudo aquilo que ela acredita. Quem passa a vida inteira seguindo o Código de Cavalaria é um panaca."

De vez em quando, Marcos Lopes me faz sorrir.

sexta-feira, maio 09, 2008

Além de batizar ruas com nomes de seus parentes ou pessoas que eles tenham motivos para puxar o saco, a segunda coisa que os parlamentares mais gostam de fazer é proibir alguma coisa. O assunto do momento é proibir os bares de estrada a vender bebida alcóolica.

O fato é que proibir não adianta nada, se falta bom senso na sociedade. Se o cara acha que beber enquanto dirige não tem problema e os bares de estrada não tiverem bebida, ele vai dar um outro jeito. E ainda vai sair contando para todo mundo o quanto ele é esperto e burlou a lei.

Infelizmente, não é apenas nesse exemplo que isso se aplica. Falta de bom senso é uma das sete pragas do mundo moderno.

terça-feira, abril 29, 2008

Meu primeiro presente de aniversário:

Teresinha
Chico Buarque

O primeiro me chegou
Como quem vem do florista
Trouxe um bicho de pelúcia
Trouxe um broche de ametista
Me contou suas viagens
E as vantagens que ele tinha
Me mostrou o seu relógio
Me chamava de rainha
Me encontrou tão desarmada
Que tocou meu coração
Mas não me negava nada
E, assustada, eu disse não

O segundo me chegou
Como quem chega do bar
Trouxe um litro de aguardente
Tão amarga de tragar
Indagou o meu passado
E cheirou minha comida
Vasculhou minha gaveta
Me chamava de perdida
Me encontrou tão desarmada
Que arranhou meu coração
Mas não me entregava nada
E, assustada, eu disse não

O terceiro me chegou
Como quem chega do nada
Ele não me trouxe nada
Também nada perguntou
Mal sei como ele se chama
Mas entendo o que ele quer
Se deitou na minha cama
E me chama de mulher
Foi chegando sorrateiro
E antes que eu dissesse não
Se instalou feito um posseiro
Dentro do meu coração